Boas Obras de Justiça

Boas Obras de Justiça

A igreja de Cristo não tem vínculo e não pode ter comunhão com as trevas. Isso também no que diz respeito a concordar com uma visão medíocre acerca do homem recriado – como se não houvesse diferença entre o justo e o pecador. Isso está expresso nas palavras de Paulo:

“…Pois que sociedade pode haver entre a justiça e a iniquidade? Ou que comunhão existe entre a luz e as trevas? Que harmonia pode haver entre Cristo e o Maligno? Ou que união existe entre o crente e o descrente? Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivo, como ele próprio disse: ‘Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.’” (2 Coríntios 6.14-16).

A consciência de pecado está muitas vezes associada a doutrinas de demônios – ensinamentos que desprezam a obra perfeita de Cristo, colocando o filho de Deus nascido de novo na mesma categoria de pecador indigno. Tudo isso corrói a consciência de justiça, enfraquece a fé e impede que o homem domine, triunfantemente, como agente do Reino da Luz. Os filhos de Deus devem fazer oposição ao pecado e a ideias inspiradas nas trevas revestindo-se das armas da luz.

Não se deixe vencer pelo mal, mas vença o mal com o bem. Vai alta a noite, e o dia vem chegando. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.” (Romanos 12.21 e 13.12).

Cristo recria o nosso espírito nos fundamentos da justiça e do amor de Deus. Agora nasce um desejo para conhecer este amor que excede a razão, e que se transforma em um estilo de vida cujo propósito é deixar que ele se revele às pessoas: “E conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que vocês fiquem cheios de toda a plenitude de Deus.” (Efésios 3.19).

Portanto, o espírito humano recriado é a fonte de novos pensamentos e escolhas, e guia o filho de Deus por meio da nova consciência. E nada é tão precioso quanto aproveitarmos ao máximo a grande maravilha da nova criação e da comunhão com Deus nos fundamentos dos méritos de Cristo. É um posicionamento proativo, anulando toda passividade que por tanto tempo foi adotada como estilo de vida. Um posicionamento no mundo espiritual e diante dos homens, que professa ousadamente que Jesus é o Senhor e o ama incondicionalmente, como Salvador.

Deste modo, a nossa mente não mais inspira o corpo a agir segundo as concupiscências aprendidas nas trevas. Antes, obediente à voz da justiça proclamada por nosso espírito, “então você entenderá a justiça, o juízo e a equidade — todas as boas veredas.” (Provérbios 2.9).

Extraído do livro “A VIDA NO SENTIDO DE CRISTO” | Manassés Guerra
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