Descanso e Refrigério

Descanso e Refrigério

Deus poderia ter criado o homem no primeiro, segundo ou terceiro dia da criação, e a orientação do Criador poderia ter sido: “Faça alguma coisa! Venha me ajudar nesse trabalho”.

Entretanto, Deus preferiu criar o ser humano quando tudo que restava era apenas descansar do trabalho. E todo trabalho do homem foi desfrutar do trabalho de Deus. Ou seja, o homem não teria que produzir a matéria-prima, o princípio ativo ou o potencial, mas somente maximiza-lo, usufruindo da graça de Deus no mais alto nível de vida excelente!

“Pois nós, os que cremos, é que entramos naquele descanso… Assim, ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus; pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas.” (Hebreus 4.3,9,10).

Portanto, Cristo é o sábado, o descanso e a plenitude. Ele é a fonte espiritual de onde podemos extrair o pão e a água da vida. Em Cristo a nossa existência se torna frutífera e próspera. Através de Cristo nos tornamos dependentes da obra de Deus, pela fé: “O Deus da paz, que pelo sangue da aliança eterna trouxe de volta dentre os mortos a nosso Senhor Jesus, o grande Pastor das ovelhas, os
aperfeiçoe em todo o bem para fazerem a vontade dele, e opere em nós o que lhe é agradável, mediante Jesus Cristo, a quem seja a glória para todo o sempre. Amém.” (Hebreus 13.20,21).

Mesmo quando tudo a nossa volta parece ter se tornado tão árido como um deserto, ele é a vida que brota no lugar mais inesperado, surpreendendo o momento e as impossibilidades. A fé em Cristo traz a manifestação o que está além do que é natural e comum.

Encontrei essa frase certa vez: “… Há apenas uma coisa a fazer quando o reservatório seca: ir mais fundo”. O profeta Jeremias declara: “Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja confiança é o Senhor. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto.” (Jeremias 17.7,8).

Não dependa das descobertas que acontecem na sua vida exterior, mas de sua jornada em busca das fontes que jorram em seu interior, por meio da vida de Deus. Isso nos impulsiona a lançar raízes mais profundas nos lençóis do subsolo que não foram afetados pelos vendavais e desastres.

Manassés Guerra

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